Respeito

As vezes me assusto diante de algumas situações que vejo nos dias atuais. Creio que nunca se faltou tanto ao respeito, como no tempo em que vivemos, a começar pelas famílias. Aprendi a pedir a benção aos meus pais, aos tios e avós, cada vez que os encontrava. Aprendi também que devia cumprimentar qualquer pessoa que chegasse em nossa casa, e a despedir-me quando saísse. Hoje, vejo pessoas levantando-se pela manhã, chegando ou saindo de casa, chegando ou saindo do trabalho, como se ali não houvesse mais ninguém. Quando muito, um “oi”. Se todos soubessem o valor que tem um bom dia, boa tarde, de pessoas por quem passamos, certamente não desperdiçariam essa oportunidade. Aprendi a tratar meus pais por “senhor” e “senhora”, e também às pessoas mais idosas, e às pessoas que ocupavam cargos que minha educação mostrasse deveriam receber esse tratamento. Hoje é “você”, “cara”, “Tu”. Que dizer do uso de bonés e chapéus em recintos fechados? E as infrações às leis de trânsito, o uso de celulares enquanto se dirige, tudo causando acidentes devidos ao desrespeito, e à irresponsabilidade que muitas vezes rouba vidas de crianças e pais de família. Respeito, como nos faz tanta falta…

Diácono Carlinhos

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